[nome] manuela
[codinome] manu
[primaveras] 34
[tempo livre] clube, cinema, livros,
artesanato em madeira

[ideologia] quase nenhuma
[obama ou gordon brown?] homer simpson
[esquerda ou direita?] ronaldinho gaúcho
[madre tereza ou lady di?] gisele bündchen

[portfolio de design gráfico e webdesign] www.manucomdesign.com
[portfolio de artesanato] www.manucomdesign.com/artesanato
[e-mail]
manu at manucomdesign.com

[levantô poeira]
01.01.2010 a 31.01.2010
01.09.2009 a 30.09.2009
01.08.2009 a 31.08.2009
01.07.2009 a 31.07.2009
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01.04.2009 a 30.04.2009
01.03.2009 a 31.03.2009
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01.01.2009 a 31.01.2009
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[blogs que leio]
disritmidia
o culto da ostra
te dou um dado

família ripinica

[filmes em 2009]
se eu fosse você 2
estômago (DVD)
changeling
le scaphandre et le papillon (DVD)
in bruges (DVD)
the curious case of benjamin button
four christmases
revolutionary road
the reader
doubt
rachel getting married
slumdog millionaire
milk
valkyrie
the pink panther 2
la question humaine (DVD)
blindness (DVD)
he's just not that into you


[peças em 2009]
hermanoteu na terra de godah
toc toc
cruel


[seriados que gosto de assistir]
extreme make over - home edition
america's next top model
two and a half men
what not to wear
grey's anatomy
runway project
ugly betty
top chef
medium
cilada
house
oprah
lost
24


[livros em 2009]
o guardião de memórias (kim edwards)
:: em leitura
não me faça pensar! (steve krug)

[sexta-feira, 20 de março de 2009]
:: 15:56h ::
Cantores(as) que não suporto: Mart'nalia, Zélia Duncan, Zeca Baleiro, Lenine, uma que canta 'O Relicário' com o Nando Reis (não, não é a Cassia Eller), Mauricio Manieri (ainda existe a criatura?), Preta Gil (ela é cantora, by the way?). Há muito mais, mas não consigo me lembrar de todos.
[quer comentar?]

[quinta-feira, 19 de março de 2009]
:: 10:43h ::
Li uma matéria da talentosa escritora/colunista Martha Medeiros e me deparei com um assunto bastante curioso: o Orkut. Neste texto, mostrava a história de uma garota que, logo após terminar o namoro com um rapaz, viu fotos dele no Orkut com outra.

Acho bastante interessante essa invasão de privacidade que as pessoas permitem, e ainda a usam para magoar outras. Por que tem que mostrar ao mundo que você está bem, com outra pessoa, sabendo que a sua ex irá bisbilhotar (grande mal do ser humano!) e, conseqüentemente, irá chorar rios de lágrimas ao ver tamanha desfaçatez? E por que temos que mostrar toda a nossa vida online? Não sei até que ponto o Orkut serve para nos aproximar dos amigos perdidos pelo tempo ou se é um meio de mostrar que estamos "por cima", no matter what.
[quer comentar?]
Concordo muito! Fiquei um tempão sem colocar fotos novas no meu Orkut e agora só coloco algumas e penso bem antes de fazer isso. Eu prefiro postar no meu blog que, apesar de público, é bem mais restrito o acesso. E quando chegam suas sobrinhas fofas?
Taisa

[quinta-feira, 12 de março de 2009]
:: 18:28h ::
Acabei de receber um e-mail sobre o caso do menino Sean, que está em todos os jornais. O conteúdo continha um e-mail de alguém muito próximo ao João Lins e Silva, contando todo o caso, e de outra pessoa também ligada a ele, pedindo para que todos se concentrem na porta do Hotel Marriott, em Copacabana, em protesto contra a presença do pai biológico do menino, que está no Rio para resolver o caso.

Não posso ir protestar contra ou a favor de um caso onde não sei com quem está a verdade. Cada lado conta a sua versão. Agora, a única posição que tenho é de que a mãe falecida cometeu um gravíssimo erro, que foi retornar ao Brasil, definitivamente, sem ter comunicado, ao seu então marido, esta decisão.

Seria praticamente a mesma coisa a minha irmã vir ao Brasil, de férias, e quando chegasse aqui, dissesse ao meu cunhado: "Sinto muito baby, não vou voltar mais e as crianças vão ficar comigo, e vou arranjar um juiz que dê a guarda delas mole mole".

Por mais que o pai americano tenha sido um péssimo marido (como a família da Bruna relata), ela não poderia ter tirado o filho do pai deste jeito. Se o pai não deu bola pro menino até a morte dela, são outros quinhentos, mas se basear na má conduta deste homem se antes foi cometida outra, é uma atitude lamentável.
[dois já comentaram!]
Sabe que fiquei mega intrigada com esse caso, mas pensando friamente, nos EUA jamais dariam a guarda do menino a ela pois lá não se leva em consideraçõo as condições social e financeira. Outro ponto que pai ou mãe iria aceitar ficar 4 anos sem ver o filho como ele fez, só para não descaracterizar o seqüestro. Ora, e o contato do filho que ele luta, por que abdicou nos últimos 4 anos? Sei não hein, eu achei esse papo muito estranho, o mais bizarro é como ele vai sustentar esse filho alugando barco em época de crise onde nem as lojas estão agüentando e estão falindo? Agora concordo que a mãe sabia o que estava fazendo, colocou o processo na justiça brasileira que é muito mais sensível e não colocou o menino em escola bilingue (e tinha condições para isso) para que não tivesse a facilidade da adaptação escolar.

Agora se sua irmã se separasse qual seria a solução? (Deus queira que isso jamais aconteça!) Aonde ela e as crianças ficariam? É complicado porque tem família em dois paises e os custos de locomoção são muito caros... e enfim, será que um dos dois iria aceitar abdicar do contato freqüente? Casamento assim tem que dar certo! Não pode ser no impulso, esse foi o maior erro dela.
Taisa

Eu também estou intrigada com o caso, pois sinto que há mentira dos dois lados. Acho estranho o pai demorar quatro anos para começar a fazer alarde com o caso. Por que ele não fez assim que a Bruna disse que não ia voltar? E se ele veio tantas vezes ao Rio (como alega), por que não viu o filho? Será que a família materna seria tão cruel assim? E se foi ao longo dos anos, mais uma vez pergunto: por que ele demorou tanto para reclamar?

Eu queria saber que juiz é esse que dá a guarda para uma mãe que seqüestrou o filho (pode ser um termo pesado, mas foi isso que ela fez) de uma maneira tão rápida? Então, esse ato abre um precedente terrível: qualquer pai ou mãe foge com o filho para o seu país de origem e pronto! Consegue a guarda e o outro lá é que se ferra. E se a pessoa que fugiu estiver com problemas psíquicos?

Por isso que repito: há muito mais coisa para ser descoberta nesse caso...
[manu]

[segunda-feira, 9 de março de 2009]
:: 09:55h ::
Não sou mãe, e por isso, algumas pessoas podem me criticar por dar uma opinião sem conhecimento de causa. Mas gostaria de deixar aqui alguns relatos de coisas que eu vejo e que acho esquisitas.

Primeiro exemplo: mães que levam as babás pra tudo quanto é lugar. Shopping, restaurantes, festas... será que não dá para tomar conta do filho em nenhuma ocasião?

Segundo exemplo: mães que batem nos filhos. Não acredito que esse seja o melhor tipo de educação. Não que uma palmada seja o fim do mundo; já levei muita e nem por isso virei uma menina revoltada, mas acho que um bom castigo, uma palavra mais forte sejam o suficiente. Até porque, que moral teria a mãe para recriminar o filho que bateu no amiguinho da creche, se ela faz o mesmo com ele?

Terceiro exemplo: mães que deixam o filho comer besteiras o tempo todo, tomar Coca-Cola, se empanturrar de Doritos, Pringles etc. Criar vícios na infância? It's not a good idea. :-)

Quarto exemplo: deixar o filho com um hábito errado, como usar fraldas até tarde, só para não ter trabalho de ficar ensinando-o pacientemente como se faz xixi e cocô na privada.
[um já comentou!]
Ih esse post aí vc só vai ter resposta quando for mãe rsrsrs. A babá por todo lado é exagero mas tem dias, tipo aqueles que vc tá na maior TPM, depois de aturar oito horas de trabalho, que ter uma babá ao lado seria tudo bom :)

Bater não resolve, mas já pensou como seria aturar uma birra por mais de 3 horas seguidas?

Agora o lance da fralda, digo que muita mãe sem babá faz isso kkkkk tirar a fralda dá um trabalho que nem te conto!!! Fora as vezes que vc está no meio da rua onde não tem nenhum banheiro usável e a criança vira e fala: "mãe quero ir ao banheiro" e não é xixi. Afe! Eu já passei por isso...

Tem muita coisa que eu achava um absurdo, mas depois que fui mãe vi que não era bem assim...
Bjs, Taisa

[sexta-feira, 6 de março de 2009]
:: 09:55h ::
Aconteceu um caso muito interessante no último Carnaval: estava eu, tomando sol na piscina do meu clube, quando decido ir embora. Como chego cedo, fico num dos melhores lugares da piscina: bem embaixo de um guarda-sol enorme, longe das crianças pequenas (e por conseguinte, dos seus gritinhos) e numa cadeira reclinável. Então, logo quando me levantei, uma senhora me perguntou se eu ia sair. Falei que sim, e ela me pergunta: "você não é a filha da Mariana?". Respondo que sim, e pergunto como ela sabia. Eis que ela responde: "é que você é a cara dela." Como assim? Não sei se seria capaz de identificar, quem quer que seja, baseado somente na semelhança com alguém, principalmente sem conhecê-la antes.

Enfim, essa senhora morou no mesmo prédio que a minha mãe morava quando solteira. Vai ter boa memória assim lá em...
[quer comentar?]
Aconteceu a mesmíssima coisa comigo! Estava na Galeria Condor, ouvindo meu mp3, completamente distraída, quando uma senhora me pára e pergunta "Você é filha da Oda?". Gente, aquela senhora havia trabalhado com a minha mãe há mais de 40 anos! Ela disse que eu era a cara da minha mãe. No seu caso é mais fácil ser parecida mas no meu, achei hilário! Minha mãe é BRANCA e eu sou NEGRA! KKKKK Admito, porém, que estou a cara dela mesmo!
Catarina

[terça-feira, 3 de março de 2009]
:: 11:03h ::
Tem algo muito estranho nessa história do boxeador cubano Erislandy Lara. Como ele pode dizer que falou com o presidente Lula que queria voltar ao país? Ué, o cara não tinha fugido da concentração nos Jogos Pan Americanos em 2007 para se refugiar na Alemanha? Mudou de idéia assim, de repente?

Perguntas: se queria fugir, por que disse que queria voltar a Cuba? E se queria voltar, por que fugiu pra Miami dois meses depois? Além disso, o próprio Planalto admitiu que essa conversa com o presidente Lula nunca aconteceu.

Tem muita mentira nessa história...
[quer comentar?]