

[sexta-feira, 20 de março de 2009]
:: 15:56h ::
Cantores(as) que não suporto: Mart'nalia, Zélia Duncan, Zeca Baleiro, Lenine, uma que canta 'O Relicário' com o Nando Reis (não, não é a Cassia Eller), Mauricio Manieri (ainda existe a criatura?), Preta Gil (ela é cantora, by the way?). Há muito mais, mas não consigo me lembrar de todos.
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[quinta-feira, 19 de março de 2009]
:: 10:43h ::
Li uma matéria da talentosa escritora/colunista Martha Medeiros e me deparei com um assunto bastante curioso: o Orkut. Neste texto, mostrava a história de uma garota que, logo após terminar o namoro com um rapaz, viu fotos dele no Orkut com outra.
Acho bastante interessante essa invasão de privacidade que as pessoas permitem, e ainda a usam para magoar outras. Por que tem que mostrar ao mundo que você está bem, com outra pessoa, sabendo que a sua ex irá bisbilhotar (grande mal do ser humano!) e, conseqüentemente, irá chorar rios de lágrimas ao ver tamanha desfaçatez? E por que temos que mostrar toda a nossa vida online? Não sei até que ponto o Orkut serve para nos aproximar dos amigos perdidos pelo tempo ou se é um meio de mostrar que estamos "por cima", no matter what.
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Concordo muito! Fiquei um tempão sem colocar fotos novas no meu Orkut e agora só coloco algumas e penso bem antes de fazer isso. Eu prefiro postar no meu blog que, apesar de público, é bem mais restrito o acesso. E quando chegam suas sobrinhas fofas?
Taisa
[quinta-feira, 12 de março de 2009]
:: 18:28h ::
Acabei de receber um e-mail sobre o caso do menino Sean, que está em todos os jornais. O conteúdo continha um e-mail de alguém muito próximo ao João Lins e Silva, contando todo o caso, e de outra pessoa também ligada a ele, pedindo para que todos se concentrem na porta do Hotel Marriott, em Copacabana, em protesto contra a presença do pai biológico do menino, que está no Rio para resolver o caso.
Não posso ir protestar contra ou a favor de um caso onde não sei com quem está a verdade. Cada lado conta a sua versão. Agora, a única posição que tenho é de que a mãe falecida cometeu um gravíssimo erro, que foi retornar ao Brasil, definitivamente, sem ter comunicado, ao seu então marido, esta decisão.
Seria praticamente a mesma coisa a minha irmã vir ao Brasil, de férias, e quando chegasse aqui, dissesse ao meu cunhado: "Sinto muito baby, não vou voltar mais e as crianças vão ficar comigo, e vou arranjar um juiz que dê a guarda delas mole mole".
Por mais que o pai americano tenha sido um péssimo marido (como a família da Bruna relata), ela não poderia ter tirado o filho do pai deste jeito. Se o pai não deu bola pro menino até a morte dela, são outros quinhentos, mas se basear na má conduta deste homem se antes foi cometida outra, é uma atitude lamentável.
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Sabe que fiquei mega intrigada com esse caso, mas pensando friamente, nos EUA jamais dariam a guarda do menino a ela pois lá não se leva em consideraçõo as condições social e financeira. Outro ponto que pai ou mãe iria aceitar ficar 4 anos sem ver o filho como ele fez, só para não descaracterizar o seqüestro. Ora, e o contato do filho que ele luta, por que abdicou nos últimos 4 anos? Sei não hein, eu achei esse papo muito estranho, o mais bizarro é como ele vai sustentar esse filho alugando barco em época de crise onde nem as lojas estão agüentando e estão falindo? Agora concordo que a mãe sabia o que estava fazendo, colocou o processo na justiça brasileira que é muito mais sensível e não colocou o menino em escola bilingue (e tinha condições para isso) para que não tivesse a facilidade da
adaptação escolar.
Agora se sua irmã se separasse qual seria a solução? (Deus queira que isso jamais aconteça!) Aonde ela e as crianças ficariam? É complicado porque tem família em dois paises e os custos de locomoção são muito caros... e enfim, será que um dos dois iria aceitar abdicar do contato freqüente? Casamento assim tem que dar certo! Não pode ser no impulso, esse foi o maior erro dela.
Taisa
Eu também estou intrigada com o caso, pois sinto que há mentira dos dois lados. Acho estranho o pai demorar quatro anos para começar a fazer alarde com o caso. Por que ele não fez assim que a Bruna disse que não ia voltar? E se ele veio tantas vezes ao Rio (como alega), por que não viu o filho? Será que a família materna seria tão cruel assim? E se foi ao longo dos anos, mais uma vez pergunto: por que ele demorou tanto para reclamar?
Eu queria saber que juiz é esse que dá a guarda para uma mãe que seqüestrou o filho (pode ser um termo pesado, mas foi isso que ela fez) de uma maneira tão rápida? Então, esse ato abre um precedente terrível: qualquer pai ou mãe foge com o filho para o seu país de origem e pronto! Consegue a guarda e o outro lá é que se ferra. E se a pessoa que fugiu estiver com problemas psíquicos?
Por isso que repito: há muito mais coisa para ser descoberta nesse caso...
[manu]
[segunda-feira, 9 de março de 2009]
:: 09:55h ::
Não sou mãe, e por isso, algumas pessoas podem me criticar por dar uma opinião sem conhecimento de causa. Mas gostaria de deixar aqui alguns relatos de coisas que eu vejo e que acho esquisitas.
Primeiro exemplo: mães que levam as babás pra tudo quanto é lugar. Shopping, restaurantes, festas... será que não dá para tomar conta do filho em nenhuma ocasião?
Segundo exemplo: mães que batem nos filhos. Não acredito que esse seja o melhor tipo de educação. Não que uma palmada seja o fim do mundo; já levei muita e nem por isso virei uma menina revoltada, mas acho que um bom castigo, uma palavra mais forte sejam o suficiente. Até porque, que moral teria a mãe para recriminar o filho que bateu no amiguinho da creche, se ela faz o mesmo com ele?
Terceiro exemplo: mães que deixam o filho comer besteiras o tempo todo, tomar Coca-Cola, se empanturrar de Doritos, Pringles etc. Criar vícios na infância? It's not a good idea. :-)
Quarto exemplo: deixar o filho com um hábito errado, como usar fraldas até tarde, só para não ter trabalho de ficar ensinando-o pacientemente como se faz xixi e cocô na privada.
[um já comentou!]
Ih esse post aí vc só vai ter resposta quando for mãe rsrsrs. A babá por todo lado é exagero mas tem dias, tipo aqueles que vc tá na maior TPM, depois de aturar oito horas de trabalho, que ter uma babá ao lado seria tudo bom :)
Bater não resolve, mas já pensou como seria aturar uma birra por mais de 3 horas seguidas?
Agora o lance da fralda, digo que muita mãe sem babá faz isso kkkkk tirar a fralda dá um trabalho que nem te conto!!! Fora as vezes que vc está no meio da rua onde não tem nenhum banheiro usável e a criança vira e fala: "mãe quero ir ao banheiro" e não é xixi. Afe! Eu já passei por isso...
Tem muita coisa que eu achava um absurdo, mas depois que fui mãe vi que não era bem assim...
Bjs, Taisa
[sexta-feira, 6 de março de 2009]
:: 09:55h ::
Aconteceu um caso muito interessante no último Carnaval: estava eu, tomando sol na piscina do meu clube, quando decido ir embora. Como chego cedo, fico num dos melhores lugares da piscina: bem embaixo de um guarda-sol enorme, longe das crianças pequenas (e por conseguinte, dos seus gritinhos) e numa cadeira reclinável. Então, logo quando me levantei, uma senhora me perguntou se eu ia sair. Falei que sim, e ela me pergunta: "você não é a filha da Mariana?". Respondo que sim, e pergunto como ela sabia. Eis que ela responde: "é que você é a cara dela." Como assim? Não sei se seria capaz de identificar, quem quer que seja, baseado somente na semelhança com alguém, principalmente sem conhecê-la antes.
Enfim, essa senhora morou no mesmo prédio que a minha mãe morava quando solteira. Vai ter boa memória assim lá em...
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Aconteceu a mesmíssima coisa comigo! Estava na Galeria Condor, ouvindo meu mp3, completamente distraída, quando uma senhora me pára e pergunta "Você é filha da Oda?". Gente, aquela senhora havia trabalhado com a minha mãe há mais de 40 anos! Ela disse que eu era a cara da minha mãe. No seu caso é mais fácil ser parecida mas no meu, achei hilário! Minha mãe é BRANCA e eu sou NEGRA! KKKKK Admito, porém, que estou a cara dela mesmo!
Catarina
[terça-feira, 3 de março de 2009]
:: 11:03h ::
Tem algo muito estranho nessa história do boxeador cubano Erislandy Lara. Como ele pode dizer que falou com o presidente Lula que queria voltar ao país? Ué, o cara não tinha fugido da concentração nos Jogos Pan Americanos em 2007 para se refugiar na Alemanha? Mudou de idéia assim, de repente?
Perguntas: se queria fugir, por que disse que queria voltar a Cuba? E se queria voltar, por que fugiu pra Miami dois meses depois? Além disso, o próprio Planalto admitiu que essa conversa com o presidente Lula nunca aconteceu.
Tem muita mentira nessa história...
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